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20160620

Centro e periferias (3) – Portugal, uma periferia ibérica



A avaliação da dinâmica demográfica, dos níveis de instrução e os desequilíbrios no comércio externo evidencia uma crescente debilidade e dependência de Portugal face ao estado espanhol, num contexto em que ambos são periferias dentro de uma Europa em processo de entropia económica e democrática.
Sumário
1 - As pessoas, o capital mais precioso
 1.1 – Os migrantes
 1.2 – O conhecimento, a grande riqueza
2 – Um comércio externo desequilibrado e desigual
 2.1 - O perfil do comércio externo dos países ibéricos
3 - As capitações do rendimento

Em qualquer destas ligações

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2016/06/centro-e-periferias-3-portugal-uma.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/centro-e-periferias-3-portugal-uma-periferia-ibrica

https://pt.scribd.com/doc/316261284/Centro-e-Periferias-3-Portugal-Uma-Periferia-Iberica


Este e outros textos em:
http://grazia-tanta.blogspot.com/

20141209

Investimento estrangeiro em Portugal - Entre o mito e a propaganda - 3ª parte

A entrada de novo investimento direto estrangeiro (IDE) é acompanhada por uma elevada saída sendo relativamente reduzido o aumento efetivo, como também é pouco relevante o impacto no aumento da capacidade produtiva, no emprego e nas exportações uma vez que parte substancial se acumula no sector financeiro.

Portugal deixou de ter atrativos como destino do investimento estrangeiro mas, apenas como plataforma para terceiros terem uma entrada fácil no grande espaço da UE e como centro de lavagem de dinheiros bastante encardidos. Para os capitalistas europeus, nomeadamente, tornou-se mais atrativo esperar que trabalhadores portugueses surjam nos seus países.

A saída de capitais como rendimento do investimento neste período corresponde a a 127% do PIB de 2013 e as taxas de rendabilidade situam-se, no último ano em torno dos 4%, após nítidas quebras nos últimos anos.  

Sumário

1 - Os fluxos de investimento direto estrangeiro (IDE) em 1996/2013
2 – O IDE consolidado
3 – Os rendimentos obtidos pelos investidores estrangeiros

4 - Taxas de rendabilidade

Texto em qualquer destas ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/12/investimento-estrangeiro-em-portugal.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/investimento-estrangeiro-em-portugal-entre-o-mito-e-a-propaganda-3-parte
https://pt.scribd.com/doc/249644721/Investimento-Estrangeiro-Em-Portugal-Entre-o-Mito-e-a-Propaganda-3%C2%AA-Parte

Este e outros textos em:

20140107

Investimento estrangeiro em Portugal - Entre o mito e a propaganda (2ª parte)

Na primeira parte deste texto[1] abordou-se a evolução, a dimensão e a distribuição dos consolidados do IDE (investimento direto no estrangeiro) nos países da UE, com relevo para Portugal, para o qual se procedeu a uma avaliação do perfil setorial do IDE instalado no país.


Sumário

Conclusões
1 - Origens geográficas do IDE em Portugal
1.1 – Visão global
1.2 – IDE com origem na UE
1.3 – IDE com outras origens
2 - Investimento e desinvestimento em Portugal
3 - O IDE e a época da crise (2008/2013)
4 – Notas finais



[1]    http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/10/investimento-estrangeiro-em-portugal.html


Texto completo em qualquer das ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/01/investimento-estrangeiro-em-portugal.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/1401-ide-2
http://pt.scribd.com/doc/197092021/Investimento-estrangeiro-em-Portugal-Entre-o-mito-e-a-propaganda-2%C2%AA-parte


GRAZIA  TANTA

Documentos e textos em:    





20131018

Investimento estrangeiro em Portugal - Entre o mito e a propaganda -1ª parte

Sumário

       Introdução
1 – A posição do IDE na União Europeia
1.1 - O papel do IDE proveniente de off-shores
2 – A posição do IDE em Portugal
2.1 - Perfil sectorial do IDE em Portugal

Anexo

Em uma das seguintes ligações: 

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/10/investimento-estrangeiro-em-portugal.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/investimento-estrangeiro-em-portugal-entre-o-mito-e-a-propaganda-1-parte 

http://pt.scribd.com/doc/177180275/Investimento-estrangeiro-em-Portugal-Entre-o-mito-e-a-propaganda-1%C2%AA-parte


Este e outros textos em:  

20130819

A balança de pagamentos portuguesa numa noite de verão


As melhorias na balança de serviços - que refletem as mudanças no perfil produtivo do país - bem como o maior fluxo de fundos comunitários entrados, tudo se escoa, na realidade, para o exterior, como rendimentos do capital; os capitalistas servem-se dos trabalhadores para acumularem lucros que, de imediato, remetem para o exterior, não investindo em Portugal. O capitalismo como drama é sempre maior nos países periféricos e subalternos onde a democracia se vai também ausentando.

Sumário

Conclusões e síntese
A – As necessidades ou capacidades de financiamento externo
B – Os saldos mais globals da balança de pagamentos
B. 1  – Balança corrente
B.1.1 – Balança de mercadorias
B.1.2 – Balança de serviços
B.1.2.1 – Transportes
B.1.2.2 – Viagens e turismo
B.1.2.3  – Outros segmentos
B.1.3 – Balança de rendimentos
B.1.4 – Balança de transferências

B.2 – Balança de capitais


Em uma das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/08/a-balanca-de-pagamentos-portuguesa-numa.html

http://pt.scribd.com/doc/161325463/A-balanca-de-pagamentos-portuguesa-numa-noite-de-verao

http://www.slideshare.net/durgarrai/a-balana-de-pagamentos-portuguesa-numa-noite-de-vero

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