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20120719

Hoje, para mim, o assunto é:

Facebook,
Dois ou três blogues,
Descansar,
Pensar,
Dormir bem e um bocadito mais do que ...,
Até amanhã.

Auscultar as pessoas, os sentires e pensares (onde é que já li isto?).

Seja como for, apesar de tudo, fico contente por ver as 'coisas' a mexer.

Sinto que este Crato é uma Maria de Lurdes Rodrigues de Calças. Mais barba, é certo.

E nunca se sabe ...

E ...  quanto aos professores que estiveram no Parlamento, um enorme BEM-HAJA! Fizeram muito bem! E é assim mesmo que vamos lá! Já se viu que não é de outra maneira

20111228

às vezes [e às tantas] isto já só vai lá com... poesia... da 'pesada'...!

Poema de agradecimento à Corja

Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade de vivermos felizes e em paz.
Obrigado pelo exemplo que se esforçam em nos dar de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem dignidade.
Obrigado por nos roubarem. 
Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer, o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente quem temos de rejeitar.

Joaquim Pessoa