Está a abrir a primeira época da colheita do IMI deste ano. Em dez anos a sua receita mais que duplicou enquanto os rendimentos do trabalho aumentaram 20%. Democracia ou cleptocracia?
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https://pt.slideshare.net/durgarrai/se-falta-uma-politica-de-habitao-onde-est-a-justificao-para-o-imi
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20170316
Um internacionalismo do século XXI, contra o capitalismo e o nacionalismo (3)
Uma vez que o capitalismo vem dispensando as
nações, é tempo de dispensar o capitalismo, de construir redes rizomáticas globais,
com alicerces locais, assentes no conhecimento mútuo e em práticas democráticas
de decisão. Tempo de praticar a escalada que começa na indignação, passa pelo
protesto, pela mobilização, pela organização, pela desobediência até se chegar à
revolta.
4 – A leitura do contexto.
4.1 - As alternativas possíveis e as
desejáveis
4.2 – O desenvolvimento do espirito do fascismo
4.3 – Um novo internacionalismo, precisa-se!
Em qualquer destas ligações:
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internacionalismo,
nacionalismo,
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20170305
Um internacionalismo do século XXI, contra o capitalismo e o nacionalismo (2)
O nacionalismo é uma doença infantil; é o sarampo da Humanidade.
Albert Einstein
Sumário
1 - Uma (des)ordem económica e política
2 - A globalização é um processo
2.1 - Como o capitalismo vem cavalgando a globalização
2.2 - A instituição de um estado de excepção generalizado
3- Os grandes promotores do desastre
3.1 - As ameaças vindas das classes
políticas
4 – A leitura do contexto.
4.1 - As alternativas possíveis e as desejáveis
4.2 – O
desenvolvimento do espirito do fascismo
4.3 – Um novo internacionalismo, precisa-se!
Texto em qualquer destas ligações:
http://grazia-tanta.blogspot.pt/2017/03/um-internacionalismo-do-seculo-xxi.html
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20170219
O grande problema chama-se capitalismo e não globalização
Há quem considere que a globalização tem de ser cavalgada pelo capitalismo e quem entenda que o nacionalismo deve substituir a globalização, aceitando o capitalismo. Duas vias, um só vencedor, o capital
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20170210
Um internacionalismo do século XXI, contra o capitalismo e o nacionalismo (1)
Carlos Taibo sintetiza a questão que se nos
coloca, hoje. Ou ganhamos a consciência de que temos de sair urgentemente do
capitalismo, regressando a lógicas de cooperação, solidariedade e apoio mútuo;
ou entra-se num caminho de salve-se quem puder, com guerras, pobreza acentuada,
desdém para com as alterações climáticas, com regimes fascistas e genocidas.
Sumário
1 - Uma (des)ordem
económica e política
2 - A globalização é um processo
2.1 - Como o capitalismo vem cavalgando
a globalização
2.2 - A instituição de um estado de
excepção generalizado
3 - Os grandes promotores do desastre
3.1 - As ameaças vindas das classes
políticas
4 – A leitura do
contexto.
4.1 - As alternativas possíveis e as
desejáveis
4.2 – O desenvolvimento do espirito do fascismo
4.3 – Um novo internacionalismo,
precisa-se!
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20170130
Economia, capitalismo e revolta (conclusão)
1 - O que é a economia?*
2 - Os economicistas, os escribas do capitalismo*
3 - O mercado e a irrelevância de quem trabalha*
4 - Globalização e mercantilização
5 - Estado e hierarquia
6 - Ideias para uma saída “disto”
* No texto inicial, em
http://grazia-tanta.blogspot.pt/2016/10/economia-capitalismo-e-revolta-1.html
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Trabalho
20170114
Como o sistema financeiro captura a Humanidade através da dívida (concl)
Uma captura é uma forma de violência. Uma dívida baseada
na violência é ilegítima, mesmo que aceite pelas classes políticas, onde
coabitam corruptos e distraídos. Só quanto a produtos derivados criados pelo
sistema financeiro cabe a cada ser humano $ 125000; e, mesmo se se contentassem
com juros na ordem dos 3%, cada ser humano, em média teria de contribuir, por
ano com $ 3750 para a engorda do capital financeiro.
Sumário
4 – Ilegitimidade relativa aos meios de
constituição de dívida
5 - A insustentabilidade da dívida
5.1 – A
insustentabilidade da dívida portuguesa
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20170102
Como o sistema financeiro captura a Humanidade através da dívida (2)
A dívida imputada pelo sistema financeiro e pela classe
política não é nossa. É ilegítima porque dela nada resulta a favor do povo e
aceitá-la é legalizar o roubo do nosso futuro.
Sumário
0 – Introdução
1 – A livre vontade das partes
2 - Uma ilegitimidade política originária
3 – Uma ilegitimidade quanto ao objetivo
3.1 – Ocultação, a mãe de todas as burlas
3.2
– Condições para a avaliação da legitimidade
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