Boa noite a tod@s!
E recomendo também este tema:
: )))
20111119
Cortar, cortar até à derrota final?
Corta-se a água para melhorar o abastecimento público ou para ter motivo de periodicamente se abrirem uns buracos que serão cerrados com falta de veia artística de calceteiros ausentes.
Corta-se nos subsídios de férias e de natal para evitar, segundo palavras do Sr. dos Passos de o Caspar, despedimentos na função pública, porque só haveria cash-flow para os primeiros 6 meses de 2012.
Afinal de contas, um secretário de estado muito distraído vem afirmar que despedir é um desígnio nacional, de forma a manter baixo o nível da despesa primária, durante os próximos milénios.
Corta-se nos professores contratados com uma prova de ingresso pouco esclarecedora sobre o objetivo final.
Será para quem quiser continuar a ter hipóteses de ser contratado ou para ser considerado como estando na fase dos grumetes da carreira dos professores profissionais?
Corta-se nos funcionários mais antigos, segundo gordas do DN de 18 de Novembro, porque a poupança é maior e que têm estado impedidos de se reformarem por motivos diversos.
Afinal de contas, onde é que falta cortar?
Nas comissões pagas pelo BPN ao Duarte, ao Loureiro ou ao Relvas?
Aviso à malta de Coimbra que por aqui passa!
Amanhã, a água vai estar cortada entre as 10h e as 18h nas freguesias de Almedina, São Bartolomeu, Santa Cruz, Santo António dos Olivais e Sé Nova.
coisas da energia... será que também por cá as coisas são assim...?
por estas e por outras é que a erse queria aumentar as tarifas de electricidade para pôr os contribuintes a pagar os 'custos' de investimento nas energias limpas e sujas...?
esta a energia eléctrica que consumimos por fontes geradoras:
esta a energia que consumimos por fontes geradoras:
querem investir com lucros de 29%...?
"On that money, the investors stand to make a net present value of $334
million dollars … which means that due to the screwing of the taxpayers
and ratepayers, a few very wealthy investors are GUARANTEED A RETURN OF
29% ON THEIR INVESTMENT!!!"
a acompanhar por aqui.
Ainda sobre os concursos para professores voluntários
Não me apetece comentar. Mas este assunto merece destaque. Deixo um print screen do DN online e uma hiperligação para um post do Arlindo Ferreira - Querem ver como se baixa o défice? - onde se pode ler o aviso no DR.
Espero que os colegas aposentados não enveredem por coisas destas. E lamento imenso a figura do sr. Director (Paulo Alexandre Madeira Carvalho Dias) que publicou tal aviso. Há de facto professores que metem muiiita impressão.
Já agora, qual o estatuto a aplicar a estes 'colegas'?
Enfim ... Parece que acabei por comentar : /
Lembrei-me agora que também li sobre o assunto no blogue do Ricardo Montes e no do Paulo Guinote.
Mais normalidade e sucesso no arranque do ano lectivo
"Oito alunos surdos de Riachos, distrito de Santarém, só tiveram transporte para a escola de referência mais de dois meses após o início das aulas. O percurso, em alguns casos, chega aos 60 quilómetros."(SIC notícias)
orçamentos da educação... cortes são estupidez tacanha dos políticos... não leram aristóteles...!
de facto parece não haver grandes diferenças entre este cantinho plantado à beira do atlântico, em que os cortes se aproximam de limites próximos do insensato [e do indigente], e o gigante que jaz na outra costa... que faz exactamente a mesma coisa.
políticas públicas de educação são menosprezadas, os orçamentos são meros instrumentos de ajustamentos de balanço zero e não se consideram como o necessário investimento no progresso e conhecimento da nação...!
desgraça das gerações vindouras...
"As if children and families were not suffering enough during this
economic downturn, many states are choosing to balance budgets on the
backs of children and to shift more costs away from government onto
children and families who have fewer means to bear them. That is a
shameful trend in public education today."
por aqui.
actualizando, a 20 de novembro:
"Durão Barroso anuncia reforço do investimento na Educação
No encerramento da Conferência, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anunciou um reforço no investimento em Educação e Formação Profissional. Ao todo "serão 15, 2 mil milhões de euros no âmbito do próximo programa-quadro financeiro da União Europeia, o que significa um aumento de 68% deste tipo de despesa", afirmou Durão Barroso. "Propomos igualmente dedicar 80 mil milhões de euros ao financiamento da investigação e inovação, o que representa um aumento de 46% para o novo programa -quadro Horizonte 2020", acrescentou. "Todos sabemos que a consolidação orçamental e as reformas estruturais são necessárias para estabilizar as nossas economias, mas sabemos também que a realização de cortes errados nas despesas pode simplesmente fazer a Europa entrar em recessão", sustentou Barroso. "Não é inteligente cortar na educação e na ciência", disse ainda."
daqui.
actualizando, a 20 de novembro:
"Durão Barroso anuncia reforço do investimento na Educação
No encerramento da Conferência, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anunciou um reforço no investimento em Educação e Formação Profissional. Ao todo "serão 15, 2 mil milhões de euros no âmbito do próximo programa-quadro financeiro da União Europeia, o que significa um aumento de 68% deste tipo de despesa", afirmou Durão Barroso. "Propomos igualmente dedicar 80 mil milhões de euros ao financiamento da investigação e inovação, o que representa um aumento de 46% para o novo programa -quadro Horizonte 2020", acrescentou. "Todos sabemos que a consolidação orçamental e as reformas estruturais são necessárias para estabilizar as nossas economias, mas sabemos também que a realização de cortes errados nas despesas pode simplesmente fazer a Europa entrar em recessão", sustentou Barroso. "Não é inteligente cortar na educação e na ciência", disse ainda."
daqui.
20111118
olhares sobre a crise... do euro e do resto...!
lendo, por esta via, algumas sugestões de como podemos 'aliviar' a crise que abala o euro... e não só...!
e um texto resumo, de que se pode ler um excerto:
"1. A crise da Eurozona faz parte da perturbação global
começada em 2007 quando uma crise imobiliária nos EUA tornou-se
uma crise bancária global, transformou-se numa recessão global e
deu então origem a uma crise de dívida soberana. No fim de 2011
há um risco de retorno a uma crise bancária na Europa e alhures.
No cerne da fraqueza bancária jaz uma dívida privada e
pública acumulada durante o período de
financiarização intensa nos anos 2000.
2. O euro é uma forma de divisa de reserva internacional criada por um grupo de estados europeus para assegurar vantagens para bancos europeus e grandes empresas no contexto da financiarização. O euro tem tentado competir contra o dólar mas sem um correspondente estado poderoso a apoiá-lo. Sua fraqueza fundamental é que ele repousa sobre uma aliança de estados díspares representando economias de competitividade divergente."
2. O euro é uma forma de divisa de reserva internacional criada por um grupo de estados europeus para assegurar vantagens para bancos europeus e grandes empresas no contexto da financiarização. O euro tem tentado competir contra o dólar mas sem um correspondente estado poderoso a apoiá-lo. Sua fraqueza fundamental é que ele repousa sobre uma aliança de estados díspares representando economias de competitividade divergente."
o original pode ser consultado aqui.
diz-se por aí... mais autonomia [americanizada] para as escolas públicas... será?
o melhor mesmo é ir acompanhando as polémicas que vão surgindo em redor da escola pública, nomeadamente quando, por cá, parece que se quer 'importar' o modelo 'americano', salteado por umas pitados de sueco e outras 'especiarias', isto sem cuidar de diagnósticos claros e rigorosos sobre o serviço público de educação...
e uma discussão pública aberta, sem preconceitos e constrangimentos ideológicos formatados... e, claro, com um mínimo de senso de economia pública, que não de mercado [puro]...!
já lá vão os bons tempos da finlândia...!
por exemplo:
"Schools are either orphan schools because they are large schools such as
John Adams and Richmond Hill in Queens or Lehman in the Bronx that the
Bloomberg administration wants to phaze out as part of its small school
initiative or small schools that predate the Bloomberg and Gates reforms
so no one gets political credit for them."
aqui.
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