Mostrar mensagens com a etiqueta Passos Coelho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Passos Coelho. Mostrar todas as mensagens
20120725
20120724
20120704
Não me toques que me desafinas
20120624
20120623
É como diz o Kaos:
"(...) ou é incompetente e não conseguiu ver o que era evidente para todos ou é desonesto e mentiroso e sabia mas mentia. Ou pior ainda, é as duas coisas. Demita-se." (Kaos @ Burro e mentiroso?)
E a cavalo (ou a burro) diz Passos que é cedo para estar a falar" em mais medidas de austeridade, o que, certamente não os impedirá de as estarem a cozinhar há muito tempo!
20120610
Desculpem lá mas ... o que sabe este 'cromo' de história da música?
Onde aprendeu? Na sua intensa actividade como investigador, no seu curso, etc ... Durante a sua carreira de político que não sabe fazer nada de jeito a não ser deixar mal e espezinhar este país? Passo a transcrever:
Passos Coelho ensina história da música e Nuno Crato constrói relógio de sol
"A iniciativa, que pretende estimular o voluntariado, leva hoje a diversas escolas do país vários ministros e secretários de Estado.
Os alunos que futuramente participem em ações de voluntariado poderão ter essa menção no processo pessoal e no certificado escolar.
No âmbito do projeto, será também criado o “Selo Escola Voluntária” para distinguir os estabelecimentos de ensino que realizem trabalho voluntário e incentivem os jovens a participar nestas ações.
A Direção Geral da Educação vai disponibilizar um “Mapa do Voluntariado”, na Internet, para as escolas divulgarem os projetos e será criado um sistema que centralize a informação dos bancos de voluntariado.
Quinze ministros e secretários de Estado aceitaram o convite para lançar a iniciativa nas suas antigas escolas ou noutras, onde vão partilhar aquilo que mais sabem ou gostam de fazer, de palestras a jardinagem, passando pela fotografia.
Alunos e professores poderão aprender um pouco de matérias tão diversas como a elaboração de um orçamento ou a construção de um relógio de sol, esta última iniciativa a load do ministro da Educação e Ciência.
Pedro Passos Coelho participa num ensaio da Orquestra Geração, na Amadora, em que falará sobre história da música."
20120608
20120606
20120517
N O V A S O P O R T U N I D A D E S
Na Visão de hoje, por Ricardo Araújo Pereira:
"Sigamos o exemplo de Passos Coelho e descortinemos oportunidades em todas as desgraças. Porquê ficar apenas pelo desemprego? Os acidentes rodoviários são uma oportunidade para trocar de carro. Os incêndios são uma oportunidade para organizar uma grande churrascada com amigos. As cheias são uma oportunidade para fazer um passeio de barco bem romântico. E a cadeia é uma oportunidade para descansar e descobrir novas sensações no duche."
E já agora, um relato pessoal do último português com emprego, um homem que não consegue aceder ao mundo mágico de oportunidades do desemprego (Movimento Ferve).
20120211
Impressionante!!! Grande lata!
Ganham pouco mas não se queixam |
"A remuneração mensal do primeiro-ministro português é 6% superior ao do seu homólogo espanhol, enquanto o salário mínimo nacional é 20,7% inferior ao dos nossos vizinhos. Ou, dito de outra maneira, Espanha é tão avarenta com o seu chefe de Governo quanto Portugal é sovina com os seus mais desprotegidos."
Diário Económico / 20030818
Passos Coelho ao SOL: 'Não sou bem pago, mas não me queixo' (Estatuto remuneratório de titulares de órgãos políticos)
Fonte: http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/
20120205
20120114
Exmo. Senhor Primeiro Ministro:
Carta Aberta Ao Primeiro-Ministro – Myriam ZaluarExmo. Senhor Primeiro MinistroComeço por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim. Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome “de guerra”. Basílio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui. Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais difícil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida. Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. “És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro.” – disseram-me – “Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção”. Fiquei.Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. “Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom currículo, arranjarei trabalho num instante”. Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira ‘congelada’. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como “nativa”. Tinha como ordenado ‘fixo’ 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro-ministro, só tinha 24 horas…Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci – felizmente! – também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro-ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu Renault Clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro-ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar…Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor. Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores – e cada vez mais raros – valores: um ser humano em formação.Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro e como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeusMyriam Zaluar, 19/12/2011
20111220
"DECLARAÇÃO DE REPÚDIO PELAS DECLARAÇÕES DE PEDRO PASSOS COELHO"
"Caro/a amigo/a
“Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma: ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa”.
Pedro Passos Coelho, 18.12.2011
O primeiro-ministro aconselhou os professores desempregados a emigrar. Somos cidadãs e cidadãos portugueses. Entre nós estão professores, alunos, encarregados de educação. E não só. Exigimos respeito.
Ao contrário do que afirma Passos Coelho, o despedimento de professores não é resultado da demografia. É uma opção política. A escola pública tem hoje um corpo docente aquém do necessário e turmas sobrelotadas. Os professores desempregados fazem falta ao sistema de ensino.
As declarações do primeiro-ministro demonstram que dias piores esperam a escola pública. Toda a demagogia vale para mascarar uma política irresponsável. Passos Coelho está disposto a desperdiçar todo o investimento feito, ao longo de anos, pela sociedade portuguesa na formação de professores.
Ridicularizando os tiques do poder autoritário, Bertold Brecht perguntou um dia: "Não seria mais fácil o governo dissolver o povo e eleger um outro?". Hoje, a retórica da austeridade fala a sério: o governo quer expulsar os que considera a mais."
URL: http://www.change.org/petitions/declarao-de-repdio-pelas-declaraes-de-pedro-passos-coelho#
20111219
O futuro vai emigrar?
Passos Coelho, apresentou aos professores a emigrarem como forma de resolver o problema do desemprego. Já os jovens licenciados tinham sido aconselhados a "saírem de Portugal" como solução de vida.
Que raio de governo é este que atira fora a massa cinzenta que temos. Que país restará desta austeridade, desta destruição da economia, destes baixos salários, sem direitos laborais e sociais, de toda esta sangria do futuro. Um país arrasado, pobre, miserável é o que nos prometem. E que raio de país é este que ouve isto e não diz basta, não vai para a rua revoltado e exige a mudança, exige a esperança, exige um futuro. Correr com esta corja, "emigrá-los" de vez é necessário e urgente. A única forma de o fazer é demonstrar nas ruas essa vontade.
Que raio de governo é este que atira fora a massa cinzenta que temos. Que país restará desta austeridade, desta destruição da economia, destes baixos salários, sem direitos laborais e sociais, de toda esta sangria do futuro. Um país arrasado, pobre, miserável é o que nos prometem. E que raio de país é este que ouve isto e não diz basta, não vai para a rua revoltado e exige a mudança, exige a esperança, exige um futuro. Correr com esta corja, "emigrá-los" de vez é necessário e urgente. A única forma de o fazer é demonstrar nas ruas essa vontade.
20111210
20111207
20111201
Belas notícias ...
"Perante uma circunstância dessas, claro que nós teríamos de adotar novas medidas. Não quero nesta altura dizer que medidas poderão ser. Julgo que não é a altura adequada para estar a falar disso", declarou o primeiro-ministro, que tinha sido questionado se podia garantir aos portugueses que em 2012 não vai apresentar, por exemplo, um imposto extraordinário sobre os subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores do setor privado. (...)"
20111028
20110920
20110914
Educação às escuras
Ainda me lembro de há pouco tempo não haver inverno em que não passassem nas nossas televisões reportagens em que se viam crianças e professores enrejelados em velhas escolas, um por todo este país, sem condições nem aquecimento. As criticas eram muitas e justificadas.
Não sou um fã da governação dos Socretinos, tenho muitas dúvidas sobre a forma como muitos dos negócios foram adjudicados e feitos, questiono a opção das mega-escolas, mas tem de se reconhecer que ao nivel das condições e equipamentos muito foi feito. Há hoje mais escolas bem equipadas e com melhor material pedagógico. (Pena que não se tenha apostado também ao nivel do número de professores e auxiliares).
Fomos agora confrontados com a informação de que muitas escolas não têm condições para pagar a luz devido ao aumento do IVA sobre a electricidade. Passos Coelho, na abertura do ano lectivo, sobre o aumento do IVA na luz e no gás natural, reiterou não haver excepções. «O desafio que as escolas têm não é muito diferente que a maior parte das famílias tem também, que o país vai ter de enfrentar, que é o de conseguir poupanças energéticas que permitam, com o aumento da factura, que os nossos orçamentos possam abarcar esse tipo de despesas». "Por erros de concepção, houve várias escolas, sobretudo desta nova vaga, que foram reabilitadas ou feitas de novo ao nível da Parque Escolar", que levaram ao "aumento dos encargos com consumos eléctricos muito para além daquilo que é normal" nas escolas. "Elas já estavam com dificuldades, o que significa que alguns desses projectos terão de ser revistos de modo a que as escolas possam fazer face, nos seus orçamentos, a esse tipo de despesas", afirmou.
Será que vamos voltar aos tempos em que os alunos estavam mais preocupados em aquecer os pés e as mãos que em ouvir o professor?
Será que era possivel haver escolas tecnologicamente mais evoluidas, melhor equipadas e com melhores condições sem que isso representasse um aumento de consumo de electricidade?
Não é o IVA um imposto cobrado pelo Estado pelo que facilmente poderia esse mesmo estado redericionar uma verba idêntica à recebida para as escola que são da responsabilidade do próprio Esatado?
Será que vamos ter de continuar a ouvir o Miguel Sousa Tavares comentar nos telejornais que também ele estudou em escolas frias e isso não o impediu de aprender? (Grande besta).
Será que não é possível criar um pequeno imposto sobre os lucros de milhares de milhões da monopolista EDP para cobrir o custo da electricidade das escolas?
Será que não é mais importante oferecermos aos nossos filhos uma escola de qualidade e com boas condições de aprendisagem?
Não sou um fã da governação dos Socretinos, tenho muitas dúvidas sobre a forma como muitos dos negócios foram adjudicados e feitos, questiono a opção das mega-escolas, mas tem de se reconhecer que ao nivel das condições e equipamentos muito foi feito. Há hoje mais escolas bem equipadas e com melhor material pedagógico. (Pena que não se tenha apostado também ao nivel do número de professores e auxiliares).
Fomos agora confrontados com a informação de que muitas escolas não têm condições para pagar a luz devido ao aumento do IVA sobre a electricidade. Passos Coelho, na abertura do ano lectivo, sobre o aumento do IVA na luz e no gás natural, reiterou não haver excepções. «O desafio que as escolas têm não é muito diferente que a maior parte das famílias tem também, que o país vai ter de enfrentar, que é o de conseguir poupanças energéticas que permitam, com o aumento da factura, que os nossos orçamentos possam abarcar esse tipo de despesas». "Por erros de concepção, houve várias escolas, sobretudo desta nova vaga, que foram reabilitadas ou feitas de novo ao nível da Parque Escolar", que levaram ao "aumento dos encargos com consumos eléctricos muito para além daquilo que é normal" nas escolas. "Elas já estavam com dificuldades, o que significa que alguns desses projectos terão de ser revistos de modo a que as escolas possam fazer face, nos seus orçamentos, a esse tipo de despesas", afirmou.
Será que vamos voltar aos tempos em que os alunos estavam mais preocupados em aquecer os pés e as mãos que em ouvir o professor?
Será que era possivel haver escolas tecnologicamente mais evoluidas, melhor equipadas e com melhores condições sem que isso representasse um aumento de consumo de electricidade?
Não é o IVA um imposto cobrado pelo Estado pelo que facilmente poderia esse mesmo estado redericionar uma verba idêntica à recebida para as escola que são da responsabilidade do próprio Esatado?
Será que vamos ter de continuar a ouvir o Miguel Sousa Tavares comentar nos telejornais que também ele estudou em escolas frias e isso não o impediu de aprender? (Grande besta).
Será que não é possível criar um pequeno imposto sobre os lucros de milhares de milhões da monopolista EDP para cobrir o custo da electricidade das escolas?
Será que não é mais importante oferecermos aos nossos filhos uma escola de qualidade e com boas condições de aprendisagem?
Subscrever:
Mensagens (Atom)








