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20120112
20120108
a crónica de vpv... sibilina...! por via de questões de aventais e lojas...!
a sociedades secretas [com agendas excusas de poder e manipulação] são [podem ser tratadas como] associações criminosas...?
20120106
20111229
20111221
a cabana de thoreau...
já aqui tinha recomendado a sua leitura e, agora, a propósito [ou por causa] do autor eis uma crónica para ler:
"Seremos monges e monjas e se for caso disso mendicantes, mas
sobreviveremos ou hão-de sobreviver os nossos livros, as nossas cabanas,
como a cabana de Walden, onde Thoreau pensou a desobediência civil, a
nossa música, as esculturas de madeira talhadas como as figuras de
Baselitz, com gorros onde se lê ZERO e relógios nos punhos assinalando a
hora quase final em que escrevemos estas crónicas."
20111218
20111213
coisas de 'cunhas e jeitinhos' para isto e para aquilo... ou será de integridade...?
vale a pena ler...
"Foi na Universidade que as cunhas adquiriram outro peso: não foram
poucas as vezes, no Conselho Cientifico do ISCTE, em que x me sussurrou
que, caso não votasse favoravelmente y, x não votaria na pessoa por quem
me «interessasse». Não me «interessando» eu por ninguém, a chantagem
não pegava. Passados anos, troquei esta Faculdade pelo Instituto de
Ciências Sociais, então dirigido pelo Prof. Sedas Nunes, um déspota
iluminado de quem me tornei amiga. Estávamos quase sempre de acordo,
excepto num ponto: o das admissões."
20111207
20111206
20111127
e porque o céu está cheio de anjos... e demónios...!
vem isto a propósito das recentes declarações do nosso 'maioral financista" que, parecendo não ter mais que fazer, anda por aí a defender a nossa querida banca [sólida, diz ele] para que não lhe coloquem mais engulhos no [seu] atribulado caminho...
a excelente prosa de vasco pulido valente:
anjos ou demónios,,, venha o diabo e escolha...!
pois deste cavaco já não há nada a esperar [aliás, eu nunca esperei muita coisa... mais não fosse o distanciamnto institucional pró-activo...]...!
20111112
actualizando... ainda a propósito da resposta à crónica de jmf...
deixei aqui uma breve reflexão sobre a dita crónica...
como me considero [e tento ser...] uma pessoa minimamente informada hoje fui comprar o expresso, o que raramente faço, dado ter sido publicado um conjunto de informações sobre a educação 2012 [talvez mais tarde, depois de digerir a coisa, volte ao assunto...] e...
eis que numas das páginas de economia vem a crónica de manuela ferreira leite, sobre a importância dos argumentos, que li pelas 17,30 horas...
e não é que ela [que já foi 'nossa' ministra e, também das finanças...] só vem reforçar o que deixei como opinião, lá para trás...!
espanto meu, que não sou propriamente versado em economia, pública ou privada...!
a propósito de uma crónica do jmf... desculpas com falácias à mistura...! o funcionalismo público em causa...
não tenho de pedir desculpa [como o paulo guinote fez, ironicamente, aqui] por ter opinião divergente do signatário desta crónica, que há algum tempo vem manifestando posições claramente 'contra' o funcionalismo público... e, não bastas vezes, pouco contra a administração e gestão do estado e da coisa pública, o que, penso, não é 'normal'...
por exemplo, os avanços e recuos deste governo não são para aqui chamados mas respeitam à boa 'governação' da coisa pública, sem peias e achaques de modismos neoliberais mas tão só de cedência aos grandes interesses e ao capital especulativo... disso ele não fala...!
a pecha público versus privado não pode ser reduzida à mera leitura de números [mesmo que indicadores ou rácios] descontextualizados e estabelecer comparações genéricas de universos que não são comparáveis entre si [ estou a pensar em médicos e enfermeiros, advogados, juízes, engenheiros, gestores, etc... e funcionários e quadros dos institutos públicos, empresas de transportes, etc...]... tout court...!
portanto estamos perante um quadro corporativo que, em bastantes casos, tem um poder 'negocial' imenso [nem me vou dar ao trabalho de os evidenciar... eles são notórios!]...
quanto a horários de trabalho trabalhamos acima da média europeia, apesar do funcionalismo ter uma jorna de '35 horas' portanto abaixo da média de outros sectores... inegável mas... e aqui a porca torce o rabo.
cita-se um relatório de 2009, por exemplo, para extrapolar o facto de, considerando o factor remuneratório horário, o funcionalismo perceber cerca de 25% mais que o sector privado... mas isso acontece [deverá acontecer] em extractos do funcionalismo com as mais baixas qualificações, salvo excepções que poderão ser na classe docente, a título de nota...
e é nesses extractos que está a maior fatia dos desvios..., pois o resto do funcionalismo é altamente qualificado e, na maior parte dos casos, ganha muito menos que no sector privado, para as responsabiidades e competências que tem...
vejamos o caso dos professores, que é aquele que me diz respeito... já aqui demonstrei o esbulho sistemático que o ministério tem vindo a fazer ao trabalho docente não remunerado, que equivale, grosso modo, a um salário bruto anual de um qualquer índice remuneratório, para já não falar dos sucessivos congelamentos de progressão na carreira e dos cortes de vencimento que por aí grassam... e vão continuar...!
então no privado pagam menos...? pagam, apesar de as grelhas estarem a aproximar-se da da função pública...!
mas, e então porque é que pagam menos...? o custo por aluno no privado é de 125 euro, segundo foi afirmado publicamente há poucos dias... se não pagam mais é por questões de 'mercado', poderão dizer... mas a coisa é mais clara e objectiva... o lucro [ainda por cima, muitas vezes, financiado a expensas públicas via contratos de associação e outros...]...!
afinal em que é que ficamos...?
equidade e distribuição dos sacrifícios... ?
ps.
não percebi muito bem o que é que tem o desemprego a ver com a questão, para além do facto de 'ser difícil' despedir na função pública...!
culpa de quem...? de quem governa, tão só...!
incompetentes há-os em todos os lados e devem ser todos banidos...
20111105
questões de números...
li por aí alhures que devíamos passar a falar em 'números compreensíveis' para o cidadão comum...
quando falarmos desta crise instalada [eu diria instilada]...
é bem verdade e para resolver a questão teríamos, digamos, a 'receber', por família, um crédito equivalente a este:
e depois cada um resolvia os seus problemas...[é claro que eu não percebo nada de números e muito menos de economia].
mas às vezes é preciso falar em grande e grosso... como se pode ver:
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