20160620

Centro e periferias (3) – Portugal, uma periferia ibérica



A avaliação da dinâmica demográfica, dos níveis de instrução e os desequilíbrios no comércio externo evidencia uma crescente debilidade e dependência de Portugal face ao estado espanhol, num contexto em que ambos são periferias dentro de uma Europa em processo de entropia económica e democrática.
Sumário
1 - As pessoas, o capital mais precioso
 1.1 – Os migrantes
 1.2 – O conhecimento, a grande riqueza
2 – Um comércio externo desequilibrado e desigual
 2.1 - O perfil do comércio externo dos países ibéricos
3 - As capitações do rendimento

Em qualquer destas ligações

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2016/06/centro-e-periferias-3-portugal-uma.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/centro-e-periferias-3-portugal-uma-periferia-ibrica

https://pt.scribd.com/doc/316261284/Centro-e-Periferias-3-Portugal-Uma-Periferia-Iberica


Este e outros textos em:
http://grazia-tanta.blogspot.com/

20160510

Dívida pública – Cancro não se trata com paracetamol

M​esmo que os encargos por habitante se aproximem dos € 800 anuais, na
classe política, uns acham que está tudo bem e outros defendem uma
reestruturação tão mirífica como ineficaz.

Sumário

1 – O avolumar da dívida pública e as suas causas

2 – Onde está o destino útil da dívida pública portuguesa?

3 – E quanto a custos da dívida para a população?

Em qualquer destas ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2016/05/divida-publica-divida-publica-cancro.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/dvida-pblica-cancro-no-se-trata-com-paracetamol

https://pt.scribd.com/doc/311902697/Divida-publica-Cancro-nao-se-trata-com-paracetamol


Este e outros textos em:

http://grazia-tanta.blogspot.com/ 
http://www.slideshare.net/durgarrai/documents
http://pt.scribd.com/people/documents/2821310?page=1

20160418

Centro e periferias na Europa – A dinâmica das desigualdades desde 1990



A globalização é tão velha como a Humanidade e a sua aceleração pelo capitalismo gerou imensas desigualdades. Nenhuma luta social ou política de combate às desigualdades tem seriedade ou validade se não tiver como objetivo último, o fim do capitalismo.

1 – Síntese da evolução recente do capitalismo
2 – As alternativas possíveis para estados periféricos
3 - A formação de desigualdades na Europa – 1
4 - A formação de desigualdades na Europa – 2
5 – Notas para uma solução



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http://grazia-tanta.blogspot.com/                              

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents


 

20160411

Não tens grupo, não tens opinião

Soube, através do Blog de Ar Lindo e também através de notícias de jornais, que o Ministério da Educação decidiu fazer um inquérito a professores sobre o currículo dos alunos (pode-se responder até 15 de Abril). Ora, julgando eu, na minha inocência, que era professor, lá fui aos serviços administrativos da escola pedir o código.
 
Vá-se lá saber porquê, os serviços administrativos e a direcção da escola também julgam que eu sou professor e, como tal, lá me deram o código para aceder ao inquérito. Entrei na página, digitei o código e número de cartão de cidadão e entrei no questionário propriamente dito.
 
A primeira questão -  "eliminatória" - era o meu grupo de recrutamento. O problema? É que não tenho grupo de recrutamento nenhum. Tenho uma licenciatura via ensino, um estágio pedagógico com 18 valores, mas grupo de recrutamento, nicles. Já podia ter sido criado, mas, ao que parece, ainda houve vontade política para tanto.
 
Não ter grupo de recrutamento é chato. Além da falta de carreira docente e de salário decente, temos de nos sujeitar a concursos por oferta de escola com critérios  à vontade de cada direcção (acabou a BCE mas houve muita coisa que ficou na mesma) e agora também não temos direito a opinar sobre as disciplinas que leccionamos.
 
A questão que se coloca é: então, vai ficar tudo igual nessas disciplinas? Ou haverá alterações, mas sem que sejam ouvidas as pessoas (ia dizer "professores", mas nós somos, obviamente, outra coisa qualquer) que as leccionam? Ou nem sequer se lembraram que elas existem?
 
Sou favorável a este inquérito, espero que os resultados sejam divulgados e que se traduzam em alterações práticas. Mas, já agora, se não for pedir muito, gostava que TODOS os professores tivessem oportunidade de responder!

20160327

NEOLIBERALISMO E KEYNESIANISMO, DOIS PRATOS DA MESMA GOROROBA

Quem tenha o mau gosto ou a infinita paciência para esperar que a palavra capitalismo saia da boca de membros da classe política ou da escolástica universitária, é porque acredita que camaleões possam cantar Verdi.

Sumário
1 - A função financeira e as suas bolhas
2 - O neoliberalismo selvagem e genocida
3 - Haverá uma alternativa keynesiana anticapitalista?
3.1 – Uma moeda própria?
3.2 – O fomento do consumo privado?
3.3 - O gasto público, o choque keynesiano?
3.4 – A aceitação da dívida não será um acto de submissão?
4 - Como arquitetar uma solução anticapitalista

Em qualquer destas ligações:



https://pt.scribd.com/doc/306098807/Neoliberalismo-e-Keynesianismo-Dois-Pratos-Da-Mesma-Gororoba

20160303

O controlo biopolítico, o stress e a leitura em diagonal

O esmagamento pelo trabalho e as formas de preenchimento do restante tempo de vida geram o stress e conduzem à superficialidade e ao culto do espetáculo como elementos essenciais para o controlo biopolítico da multidão.

1 - Uma invenção recente – a falta de tempo
2 – Capitalismo e controlo biopolítico
3 – Informação e formatação
4 - A leitura em diagonal 

Em qualquer destas ligações:




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