20140415

Algumas fraturas narcísicas na evolução histórica

As certezas na história da humanidade sofrem, por vezes abalos demolidores. As causas desses abalos começam por ser objeto de violência e depois, de silêncios conformados ou de adaptações desvirtuadoras.

1 - A fratura coperniciana
2 - A fratura de Darwin
3 – Fraturas no optimismo capitalista – Marx
4 – Fraturas no optimismo capitalista – Bakunin

5 - A fratura do Homem como construção social

Em uma das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/04/algumas-fraturas-narcisicas-na-evolucao.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/algumas-fraturas-narcsicas-na-evoluo-histrica
http://pt.scribd.com/doc/218370114/Algumas-fraturas-narcisicas-na-evolucao-historica

20140405

Com tais rosários e gamanços, os pensionistas estão bem tramados!



Texto de http://bilioso.blogspot.pt/

Em qualquer das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/04/com-tais-rosarios-e-gamancos-os.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/com-tais-rosrios-e-gamanos-os-pensionistas-esto-bem-tramados

http://pt.scribd.com/doc/216494102/Com-tais-rosarios-e-gamancos-os-pensionistas-estao-bem-tramados


Este e outros documentos em:

http://grazia-tanta.blogspot.com/                               

http://pt.scribd.com/profiles/documents/index/2821310

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents


20140312

A Ucrânia e a “comunidade internacional”

Sumário:

1 – A disputa da Ucrânia
2 – No quadro da Jugoslávia
3 – O cenário palestiniano
4 – A partição do Sudão
5 – Aventuras e desventuras do amigo Saddam
6 - O porta-aviões do Barhein

Em qualquer das seguintes ligações

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/03/a-ucrania-e-comunidade-internacional.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/a-ucrnia-e-a-comunidade-internacional

http://pt.scribd.com/doc/212069971/A-Ucrania-e-a-comunidade-internacional

Outros textos em:


20140302

Porque não é pagável a dívida pública portuguesa

Não há “uma única circunstância histórica" em que as políticas de austeridade tenham conduzido ao fim do pesado fardo de dívida
             
                Ashoka Mody, ex- chefe de missão do FMI na Irlanda
Sumário

Conclusões
1 - A dívida é um instrumento de domínio.
2 – A geminação entre os Estados e os capitalistas
3 - Portugal – Cenários de continuidade no pagamento da dívida
3.1 – A continuidade pró-ativa e radical (Hipótese I)
            3.2 – A continuidade pró-ativa amortecida (Hipótese II)
            3.3 – A continuidade prolongada (Hipótese III)
4 – Avaliação das parcelas da dívida a não pagar

5 - Como sair disto?

Em qualquer das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/03/porque-nao-e-pagavel-divida-publica.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/porque-no-pagvel-a-dvida-pblica-portuguesa
http://pt.scribd.com/doc/210142863/Porque-nao-e-pagavel-a-divida-publica-portuguesa

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GRAZIA TANTA – NEWS,  notícias e comentários sobre o que acontece



20140204

Soberania, soberania nacional e subalternidade – para um enquadramento geopolítico

Sumário

1 - Como se constrói a soberania
2 – Como se desenvolve uma soberania nacional
3 – Portugal, a construção de uma dependência
4 – Mudança de agulha -  a subalternidade dentro da UE
5 – Subalternidade periférica num contexto geopolítico não previsto

6 - A subalternidade é a porta para todas as desigualdades


Em qualquer das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/02/soberania-soberania-nacional-e.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/soberania-soberania-nacional-e-subalternidade-para-um-enquadramento-geopoltico

http://pt.scribd.com/doc/204556899/Soberania-soberania-nacional-e-subalternidade-%E2%80%93-para-um-enquadramento-geopolitico-pdf


Outros textos em:


20140107

Investimento estrangeiro em Portugal - Entre o mito e a propaganda (2ª parte)

Na primeira parte deste texto[1] abordou-se a evolução, a dimensão e a distribuição dos consolidados do IDE (investimento direto no estrangeiro) nos países da UE, com relevo para Portugal, para o qual se procedeu a uma avaliação do perfil setorial do IDE instalado no país.


Sumário

Conclusões
1 - Origens geográficas do IDE em Portugal
1.1 – Visão global
1.2 – IDE com origem na UE
1.3 – IDE com outras origens
2 - Investimento e desinvestimento em Portugal
3 - O IDE e a época da crise (2008/2013)
4 – Notas finais



[1]    http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/10/investimento-estrangeiro-em-portugal.html


Texto completo em qualquer das ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/01/investimento-estrangeiro-em-portugal.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/1401-ide-2
http://pt.scribd.com/doc/197092021/Investimento-estrangeiro-em-Portugal-Entre-o-mito-e-a-propaganda-2%C2%AA-parte


GRAZIA  TANTA

Documentos e textos em:    





20131214

Convergências, pensões e os golpes dos ladrões

Sumário

Conclusões
1 - Um princípio elementar de solidariedade
2 – O saque de fundos e direitos dos trabalhadores
3 – Como garantir a sustentabilidade? Um exercício
4 -  O Estado como gestor da Segurança Social é garantia de roubo institucional

5 – Com a destruição da Segurança Social constrói-se a miséria

Conclusões

  • Só há sociedades equilibradas e pessoas felizes quando a satisfação das suas necessidades é o seu principal objetivo coletivo, do qual todos os outros decorrem;
  • O aumento da longevidade humana, como elemento culminante de uma vida saudável é um bem a generalizar e não a sacrificar;
  • A sustentabilidade do financiamento de quantos já não podem ou devem trabalhar, depois de contributos de dezenas de anos, é um imperativo ético e civilizacional inquestionável sem qualquer direito a devaneios políticos e financeiros em seu torno; 
  • ......
Em uma das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/12/convergencias-pensoes-e-os-golpes-dos.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/convergncias-penses-e-os-golpes-dos-ladres

http://pt.scribd.com/doc/191535407/Convergencias-pensoes-e-os-golpes-dos-ladroes


Este e outros textos em:

20131203

Reestruturação da dívida ou trafulhice?


Na operação de hoje o governo transferiu o pagamento de dívida de € 6.640 M de 2014/15 para 2017/18.

No exercício abaixo a que se procedeu considerou-se o prazo de maior esforço de pagamento à troika – 2014/21 - uma taxa constante de 5% e o valor do PIB em 2012.

Estimativa do serviço de dívida de médio/longo prazo para 2014/21 (€ milhões)

2014
2015
2016
2017
2018
2019
2020
2021
soma
Antes da operação de 3/12/2013





amortização
13779
15029
12540
12178
10698
11470
12273
10766
98733
juros
4592
3872
3183
2565
1993
1439
845
269
18758
% do PIB
11,1
11,5
9,5
8,9
7,7
7,8
8,0
6,7

Depois da operação de 3/12/2013





amortização
11279
10869
12540
14858
14668
11470
12273
10766
98723
juros
4654
4100
3515
2830
2092
1439
845
269
19745
% do PIB
9,7
9,1
9,7
10,7
10,2
7,8
8,0
6,7

                                                                             http://grazia-tanta.blogspot.com

A referida operação conduz a:

  • Um alívio da tesouraria durante três anos mas que aumenta em três anos o tempo de pagamento de juros sobre aquele valor.
  • Um aumento adicional de € 100 por habitante, uma vez que no período 2014/18 os juros acumulados aumentam em € 988 milhões. E não considerando novas reestruturações criativas como esta, nem novos empréstimos;
  • O governo sacode as suas responsabilidades de 2014/15 – haverá eleições em 2015 - para 2017/18, denotando que o atual convénio PSD/CDS não irá perdurar como agora. Será que esperam atrair o PS para a sociedade promotora do empobrecimento?
  • O governo pretende dourar a situação económica e financeira de Portugal, com previsões macroeconómicas infantilmente falsas e convencer “os mercados” da bondade da sua gestão;
  • Esta operação não foi certamente gratuita e permitiu comissões elevadas por parte de bancos e/ou consultores cujo montante se desconhece;
Que soluções?

1.            Com ou sem a operação de reestruturação, a dívida não é pagável na sua atual dimensão, como se observa nas parcelas do PIB a comprometer com o serviço de dívida para os próximos anos.

2.            Uma economia capaz de melhorar a vida da população e absorver a procura de trabalho tem de ter um crescimento razoável, superior a 3%;

3.            Mesmo que se consiga um crescimento dessa ordem, num prazo que, na atual situação económica e política não é previsível, esse acréscimo estará sempre longe de poder fazer face ao serviço de dívida;

4.            Dito de outro modo, um crescimento que permita simultaneamente pagar o serviço de dívida e melhorar a vida da população, atrair os que emigraram, reduzir o desemprego e conter o empobrecimento galopante a que se assiste, esse crescimento teria de ser variar, no período considerado entre 10 e 14% o que é inimaginável;

5.            Falar de reestruturação é uma burla política para ocultação da realidade por parte do governo e devido a cálculos políticos de uma oposição falsa, mansa, ou inútil, todos à margem da população;

6.            Qualquer real solução para a precária situação global em que vive a esmagadora maioria dos residentes em Portugal passa por:

    1. Suspensão imediata do pagamento da dívida pública por motivos de força maior
    2. Avaliação da parcela da dívida a declarar como nula por não ter sido aplicada no bem estar das pessoas e eventual reescalonamento de algumas das suas parcelas legítimas;
    3. Criação de um regime político democrático, com um outro modelo de representação, em que as pessoas possam decidir a todo o momento e não vejam os seus direitos usurpados por uma classe política;
    4. Apuramento das responsabilidades criminais e financeiras dos decisores políticos dos últimos governos.


Documentos e textos em:


20131115

Autárquicas-2013 e a putrefação do sistema político

A despolitização[1] ou a baixa cultura política em Portugal, constituindo óbices evidentes para alicerçar uma contestação ao poder, não é sinónimo de falta de sagacidade ou de total inação perante a situação política, económica e sobretudo, mostra repúdio ou desprezo pelo ignóbil mandarinato. A reação, na perspetiva de voto ou no momento de preenchimento do papel, é uma atitude de baixa intensidade; revela tibieza de atuação mas a indignação está lá.



Sumário

Conclusões
1 - A utilidade dos fantasmas como eleitores
2 – A dimensão da abstenção
3 – Votos que expressam rejeição
4 – Os ganhos e as perdas de mandatos
5 - A verdadeira representatividade dos eleitos

[1]   http://grazia-tanta.blogspot.pt/2012/10/a-despolitizacao-o-controlo-social-e-as.html

Em qualquer das seguintes ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/11/autarquicas-2013-e-putrefacao-do.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/1311-autrquicas2013-e-a-putrefao-do-sistema-poltico
http://pt.scribd.com/doc/184308340/Autarquicas-2013-e-a-putrefacao-do-sistema-politico

Outros textos:


20131107

O Guião de um pequeno fuhrer

Sumário:

1 - Portas é um power-point em 3D
2 – Um fascismo periférico
2.1 – O adulador de empresários
2.2 – A veneração das sotainas
2.3 – O patriotismo como manto de cinismo e mentira
      2.4 – A “operação Barbarrossa” do pequeno fuhrer

      2.5 – O pequeno fuhrer interpreta o sentido da tradição pátria

Disponível em:
http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/11/o-guiao-de-um-pequeno-fuhrer.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/1311-o-guio-de-um-pequeno-fuhrer
http://pt.scribd.com/doc/182433940/O-Guiao-de-um-pequeno-fuhrer

Outros textos em: