20150304

Para uma Constituição Democrática com caráter de urgência – 2

Os interesses comuns são decididos e geridos coletivamente e a representação é atribuída por escrutínio popular, é pessoal, temporária e retirada a qualquer momento.
Sumário

4 - O princípio da subsidiariedade
5 – Expressão democrática tem na base as assembleias
6 – O que é uma representação democrática

7 - Direito de voto a partir dos 16 anos

Numa destas ligações:



20150207

Para uma Constituição Democrática com caráter de urgência – 1

Se a atual Constituição tem sido um brinquedo nas mãos de uns e um tabu para outros, com a imensa maioria a assistir, é tempo de criar uma democracia e uma Constituição Democrática.

Sumário
0 - Introdução
1 - Os grandes condicionantes da democracia
2 - Um sistema político que não serve os “de baixo”
2.1 - A base material da organização política de hoje
2.2 - Classe política é parasitismo

3 - Os direitos que preenchem uma democracia

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20150123

Draghi avançou com o que em economês se designa por quantitive easing

Nada disto vai aligeirar a carga da existência de um capitalismo subalterno e atrasado, de empresários tão cúpidos como incompetentes e de uma classe política que tresanda a conformismo e corrupção


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20150115

BASE DAS LAJES – O RENTISMO E A SUBSERVIÊNCIA NUNCA ACABAM BEM

Campeão Português 300, Moviflor 300, Minipreço 130, PSA – Mangualde 80+280, Lajes 500… e o programa segue dentro de momentos - TAP, BES, Segurança Social (600)… Falamos de despedimentos.

                            Isto chama-se retoma ou entropia? 



Em qualquer destas ligações







20150106

A tirania da eficácia

Resumo

A eficácia do sistema produtivo depende mais de factores não económicos, como a corrupção do que da gestão, como rezam os manuais. Por outro lado, um sistema em que a riqueza de alguns corresponde à pobreza da maioria só se pode considerar nocivo.

A democracia de mercado incorpora escolhas, debate, como nas democracias reais, mas são truncadas e circunscritas aos defensores do regime, aos partidos que a gerem e aos que participam na sua legitimação junto da multidão, pagos para o efeito a partir do erário público. É a sua maneira de serem eficazes.


Sumário
1 - A eficácia como instrumento de domínio
2 - A eficácia que captura a democracia

3 - O trabalho é uma prisão

em qualquer destas ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2015/01/a-tirania-da-eficacia.html



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20141209

Investimento estrangeiro em Portugal - Entre o mito e a propaganda - 3ª parte

A entrada de novo investimento direto estrangeiro (IDE) é acompanhada por uma elevada saída sendo relativamente reduzido o aumento efetivo, como também é pouco relevante o impacto no aumento da capacidade produtiva, no emprego e nas exportações uma vez que parte substancial se acumula no sector financeiro.

Portugal deixou de ter atrativos como destino do investimento estrangeiro mas, apenas como plataforma para terceiros terem uma entrada fácil no grande espaço da UE e como centro de lavagem de dinheiros bastante encardidos. Para os capitalistas europeus, nomeadamente, tornou-se mais atrativo esperar que trabalhadores portugueses surjam nos seus países.

A saída de capitais como rendimento do investimento neste período corresponde a a 127% do PIB de 2013 e as taxas de rendabilidade situam-se, no último ano em torno dos 4%, após nítidas quebras nos últimos anos.  

Sumário

1 - Os fluxos de investimento direto estrangeiro (IDE) em 1996/2013
2 – O IDE consolidado
3 – Os rendimentos obtidos pelos investidores estrangeiros

4 - Taxas de rendabilidade

Texto em qualquer destas ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/12/investimento-estrangeiro-em-portugal.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/investimento-estrangeiro-em-portugal-entre-o-mito-e-a-propaganda-3-parte
https://pt.scribd.com/doc/249644721/Investimento-Estrangeiro-Em-Portugal-Entre-o-Mito-e-a-Propaganda-3%C2%AA-Parte

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20141126

Dívida & Deficit – estratégia de empobrecimento

A dívida pública portuguesa tem vindo a aumentar, tal como o volume dos juros, a despeito da redução do deficit e isso leva a que se pergunte quais os limites para o desmantelamento dos serviços públicos e para o aumento das receitas. Esta situação, há muito deixou de ser um problema financeiro e o afundamento do BES, da empresa de regime PT e os casos judiciais de corrupção revelam que há um problema político, de regime.

Na UE o panorama é semelhante ainda que atenuado pela maior pujança económica dos países do Centro; porém, a falta de democracia, a aceitação do TTIP e o caso LuxLeaks revelam também uma aproximação dos limites físicos do capitalismo.


A redução dos deficits, mormente em Portugal, nada tem de virtuosa; baseia-se na redução dos saldos primários negativos que mais não representam que a expressão da perda de direitos e cortes em serviços públicos à população. E fazem o deficit quase coincidir com os crescentes pagamentos de juros, como manda o BCE, a UE e o sistema financeiro que os guia.

Em qualquer destas ligações




Este e outros textos em:

http://grazia-tanta.blogspot.com/                               

http://pt.scribd.com/profiles/documents/index/2821310

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents

20141112

Machete e a suspensão de direitos fundamentais

Crítica das declarações de Rui Machete sobre a suspensão dos direitos fundamentais até os indicadores económicos o permitirem

Em qualquer destas ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/11/machete-e-suspensao-de-direitos.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/machete-e-a-suspenso-de-direitos-fundamentais

https://pt.scribd.com/doc/246411473/Machete-e-a-Suspensao-de-Direitos-Fundamentais

20141026

O que é uma esquerda. Pilares para a sua construção

Resumo

A lastimável ineficácia da contestação ao capitalismo em geral e aos efeitos das suas disfunções em particular resulta, em grande parte, do contágio dissolvente da focagem pela esquerda institucional em parcas ou más respostas à crise e se esquecer, em absoluto do sistema, como matriz de compreensão da realidade.

Procuraremos tipificar as caraterísticas essenciais do capitalismo de hoje e a natureza e o papel do Estado, para além das disputas entre a abordagem neoliberal dominante e a crítica keynesiana, sabendo-se que nenhuma dispensa a autoridade do Estado ou da classe política, como vanguarda condutora das pessoas, tomadas como inimputáveis peões dos jogos políticos.


Os Estados tendem a voltar a ter o seu conteúdo histórico de monopólio da coerção e da punção fiscal, depois de cerca de um século durante o qual exerceram funções sociais no seu âmbito de capitalista coletivo. 

Texto em:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/10/o-que-e-uma-esquerda-pilares-para-sua.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/o-que-uma-esquerda-pilares-para-a-sua-construo

https://pt.scribd.com/doc/244517719/O-que-e-uma-esquerda-Pilares-para-a-sua-construcao

Outros textos em:


20140928

A Escócia e as soberanias no século XXI

O referendo na Escócia, direitos, soberania, UE e geopolítica

Em qualquer destas ligações

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/09/a-escocia-e-as-soberanias-no-seculo-xxi.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/a-esccia-e-as-soberanias-no-sculo-xxi

http://pt.scribd.com/doc/241224559/A-Escocia-e-as-soberanias-no-seculo-XXI


Outros textos em

http://grazia-tanta.blogspot.com/                               

http://pt.scribd.com/profiles/documents/index/2821310

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents