20141209

Investimento estrangeiro em Portugal - Entre o mito e a propaganda - 3ª parte

A entrada de novo investimento direto estrangeiro (IDE) é acompanhada por uma elevada saída sendo relativamente reduzido o aumento efetivo, como também é pouco relevante o impacto no aumento da capacidade produtiva, no emprego e nas exportações uma vez que parte substancial se acumula no sector financeiro.

Portugal deixou de ter atrativos como destino do investimento estrangeiro mas, apenas como plataforma para terceiros terem uma entrada fácil no grande espaço da UE e como centro de lavagem de dinheiros bastante encardidos. Para os capitalistas europeus, nomeadamente, tornou-se mais atrativo esperar que trabalhadores portugueses surjam nos seus países.

A saída de capitais como rendimento do investimento neste período corresponde a a 127% do PIB de 2013 e as taxas de rendabilidade situam-se, no último ano em torno dos 4%, após nítidas quebras nos últimos anos.  

Sumário

1 - Os fluxos de investimento direto estrangeiro (IDE) em 1996/2013
2 – O IDE consolidado
3 – Os rendimentos obtidos pelos investidores estrangeiros

4 - Taxas de rendabilidade

Texto em qualquer destas ligações:

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/12/investimento-estrangeiro-em-portugal.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/investimento-estrangeiro-em-portugal-entre-o-mito-e-a-propaganda-3-parte
https://pt.scribd.com/doc/249644721/Investimento-Estrangeiro-Em-Portugal-Entre-o-Mito-e-a-Propaganda-3%C2%AA-Parte

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20141126

Dívida & Deficit – estratégia de empobrecimento

A dívida pública portuguesa tem vindo a aumentar, tal como o volume dos juros, a despeito da redução do deficit e isso leva a que se pergunte quais os limites para o desmantelamento dos serviços públicos e para o aumento das receitas. Esta situação, há muito deixou de ser um problema financeiro e o afundamento do BES, da empresa de regime PT e os casos judiciais de corrupção revelam que há um problema político, de regime.

Na UE o panorama é semelhante ainda que atenuado pela maior pujança económica dos países do Centro; porém, a falta de democracia, a aceitação do TTIP e o caso LuxLeaks revelam também uma aproximação dos limites físicos do capitalismo.


A redução dos deficits, mormente em Portugal, nada tem de virtuosa; baseia-se na redução dos saldos primários negativos que mais não representam que a expressão da perda de direitos e cortes em serviços públicos à população. E fazem o deficit quase coincidir com os crescentes pagamentos de juros, como manda o BCE, a UE e o sistema financeiro que os guia.

Em qualquer destas ligações




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http://grazia-tanta.blogspot.com/                               

http://pt.scribd.com/profiles/documents/index/2821310

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents

20141112

Machete e a suspensão de direitos fundamentais

Crítica das declarações de Rui Machete sobre a suspensão dos direitos fundamentais até os indicadores económicos o permitirem

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http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/11/machete-e-suspensao-de-direitos.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/machete-e-a-suspenso-de-direitos-fundamentais

https://pt.scribd.com/doc/246411473/Machete-e-a-Suspensao-de-Direitos-Fundamentais

20141026

O que é uma esquerda. Pilares para a sua construção

Resumo

A lastimável ineficácia da contestação ao capitalismo em geral e aos efeitos das suas disfunções em particular resulta, em grande parte, do contágio dissolvente da focagem pela esquerda institucional em parcas ou más respostas à crise e se esquecer, em absoluto do sistema, como matriz de compreensão da realidade.

Procuraremos tipificar as caraterísticas essenciais do capitalismo de hoje e a natureza e o papel do Estado, para além das disputas entre a abordagem neoliberal dominante e a crítica keynesiana, sabendo-se que nenhuma dispensa a autoridade do Estado ou da classe política, como vanguarda condutora das pessoas, tomadas como inimputáveis peões dos jogos políticos.


Os Estados tendem a voltar a ter o seu conteúdo histórico de monopólio da coerção e da punção fiscal, depois de cerca de um século durante o qual exerceram funções sociais no seu âmbito de capitalista coletivo. 

Texto em:

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http://www.slideshare.net/durgarrai/o-que-uma-esquerda-pilares-para-a-sua-construo

https://pt.scribd.com/doc/244517719/O-que-e-uma-esquerda-Pilares-para-a-sua-construcao

Outros textos em:


20140928

A Escócia e as soberanias no século XXI

O referendo na Escócia, direitos, soberania, UE e geopolítica

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http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/09/a-escocia-e-as-soberanias-no-seculo-xxi.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/a-esccia-e-as-soberanias-no-sculo-xxi

http://pt.scribd.com/doc/241224559/A-Escocia-e-as-soberanias-no-seculo-XXI


Outros textos em

http://grazia-tanta.blogspot.com/                               

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20140904

A NÃO SOLUÇÃO COM UM NOVO ESCUDO

A situação miserável da esmagadora maioria dos portugueses coexiste com um bloqueio político interno e no enquadramento geopolítico. Esse bloqueio, em paralelo com uma anemia da movimentação social, dá aso à elevação de um fetiche como solução.

Sumário
1 – A vida em Portugal antes do euro já não era fácil
2 – A caminhada até ao euro
3 - Centrar na moeda a causa das desgraças é um fetichismo
3.1 – A trama do capital financeiro
3.2 – A dívida pública e o euro
3.3 – O deficit externo e o euro
3.4 - Subfacturação e sobrefaturação
3.5 – A relação trabalho/capital e o euro
3.6 – O processo de transição para uma moeda nacional
3.7 - Os impactos sobre a dívida e o acesso ao crédito

Em qualquer destas ligações:
http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/09/a-nao-solucao-com-um-novo-escudo-1.html
http://www.slideshare.net/durgarrai/a-no-soluo-com-um-novo-escudo

http://pt.scribd.com/doc/238582992/A-Nao-Solucao-Com-Um-Novo-Escudo


 Este e outros documentos em:

20140821

Portugal deve sair do euro? Sim ou não? (2)




A subalternidade das pequenas nações, a austeridade e a pobreza estão garantidas em capitalismo, com ou sem euro. A solução só pode surgir a partir da solidariedade dos povos europeus, da Ibéria em particular, num quadro de prioridade para a satisfação das necessidades coletivas

Sumário

Conclusões
6 – A constante reconstrução das desigualdades
8 – A dependência externa de Portugal
7 – Processos globais de integração capitalista
9 – O endividamento externo e a subalternidade
10 - Sair do euro?

Em qualquer destas ligações:

http://www.slideshare.net/durgarrai/portugal-deve-sair-do-euro-sim-ou-no-2

 Outros documentos em:    


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http://pt.scribd.com/profiles/documents/index/2821310

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents

20140723

Portugal deve sair do euro. Sim ou não? (1)



Sumário
Conclusões
1 - Questões prévias
2 - Despolitização e falta de democracia
3 - Como surgiu o euro
4 – Um processo de constituição de desigualdades
4.1 – As desigualdades na Ibéria
5 - Portugal, o bom aluno do mestre Cavaco
5.1 – No princípio está o crédito, a especulação e a corrupção
5.2 – A utilização do crédito
5.3 – A capacidade de gerar rendimentos
5.4 - Produtividade e custos laborais

Em qualquer das ligações seguintes:




Este e outros documentos em:



http://grazia-tanta.blogspot.com/                              

http://pt.scribd.com/profiles/documents/index/2821310

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents



20140625

O ‘projeto’ UE e a democracia de plástico

Os resultados das eleições para o Parlamento Europeu demonstram apenas um exercício de legitimação do poder do capital financeiro e da austeridade.

Sumário

1 - A UE, versão para adultos
2 - A romaria europeia de maio
3 – Avaliação histórica das romarias em terras lusitanas
3.1 – Avaliação global
          3.2 – Distribuição pelas cadeiras de Estrasburgo
           3.3 – As votações partidárias

4 – À guisa de conclusão

Em qualquer destas ligações
http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/06/o-projeto-ue-e-democracia-de-plastico_25.html

http://www.slideshare.net/durgarrai/o-projeto-ue-e-a-democracia-de-plstico

http://pt.scribd.com/doc/231290065/O-projeto-UE-e-a-democracia-de-plastico

Este e outros textos em: